Londres ; Nova Iorque  ; Madrid  

Sexta-feira, 12 de Março de 2010
Postais de viagem

 

   


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Hoje vamos viajar até...

 

...Madrid
Madrid é a capital e a maior cidade de Espanha, tal como o município de Madrid e a Comunidade autónoma de Madrid. A cidade foi edificada junto às margens do rio Manzanares, no centro do país. Devido à sua localização geográfica e histórica, é juntamente com Lisboa o centro financeiro e político da Península Ibérica.
No seguimento da restauração da democracia, em 1976, e a adesão à CEE, em 1986, a cidade de Madrid tem vindo a desempenhar um papel importante na economia europeia, tornando-se num dos principais focos financeiros do Sul da Europa.
 
História
 
 
Puerta de Alcalá.
 
Apesar do local onde actualmente está situada a cidade ter tido ocupação humana desde a pré-história as primeiras referências históricas relevantes aparecem apenas no século IX. Durante o reinado de Muhammad I, foi mandado construir um pequeno palácio na localidade; hoje em dia, no sítio onde antes se erguia esse edifício, está o Palácio Real de Madrid. Em torno desse palácio desenvolveu-se uma povoação de poucos habitantes chamada al-Mudaina. Perto do palácio, corria o rio Manzanares ao qual os muçulmanos chamaram al-Majrīṭ (fonte de água).
O nome evoluiu para Majerit, e mais tarde transformou-se em Madrid. A povoação foi conquistada em 1085 pelo rei Afonso VI de Castela. Em 1329, as Cortes Generales instalaram-se na cidade aquando da estada de Afonso XI de Castela. Sefarditas e Mouros puderam permanecer na cidade, tendo sido expulsos mais tarde no século XV.
 
 
Plaza Mayor.
Após um grande incêndio que destruiu parcialmente a cidade, o rei Henrique III de Castela (1379–1406) ordenou a reconstrução da mesma; o monarca ficou instalado num palácio no exterior da cidade, El Pardo. O reino de Castela, cuja capital era Toledo, e o de Aragão, com a capital em Saragoça, uniram-se formando a Espanha devido aos Reis Católicos (Isabel de Castela e Fernando II de Aragão). Em 1561, o rei Filipe II (1527–1598) mudou a corte de Sevilha para Madrid, tornando a cidade na capital de Espanha, apesar de não ter havido uma cerimónia que assinalasse esse facto. Sevilha continuava a controlar todo o comércio das colónias espanholas, mas Madrid controlava Sevilha. Salvo um período, entre 1601-1606, em que o rei Filipe III transferiu a capital para Valladolid, Madrid foi até hoje a capital de Espanha. Durante o Siglo de Oro (Século de Ouro), fim do século XVI e o princípio do XVII, Madrid era uma capital diferente das grandes capitais europeias, tanto em termos de população, que era bastante pequena para a importância da cidade, como também em termos económicos; a economia madrilena dependia principalmente das Cortes, não existindo outras actividades económica relevantes.
No final do século XIX, a rainha Isabel II não conseguiu suster a tensão política o que culminou na Primeira República Espanhola. A república durou apenas dois anos, voltando-se novamente à monarquia. Mas a situação política não era estável e, em 1931, iniciou-se a Segunda República Espanhola; a esta seguiu-se a Guerra Civil Espanhola. Madrid sofreu muito com a guerra, pois as ruas da cidade eram autênticos campos de batalha devido ao facto de ser um dos principais núcleos republicanos em Espanha. Durante esta guerra, foi alvo dos primeiros bombardeamentos aéreos contra civis da história da Humanidade. Mais tarde, já durante a ditadura de Francisco Franco, principalmente nos anos 1960, o sul de Madrid tornou-se numa área muito industrializada e assistiu-se a um êxodo rural de grande escala que fez disparar a população da cidade.
 
 
 
AZCA o principal centro financeiro da cidade.
Após o falecimento de Franco, os novos partidos políticos aceitaram o desejo de Franco de ser sucedido pelo legítimo herdeiro ao trono de Espanha, Juan Carlos I, para que a estabilidade e democracia tivessem continuidade. Desta forma culminou-se na actual situação política espanhola, uma monarquia constitucional, cuja capital é Madrid. A prosperidade dos anos 1980 fez com que a cidade consolidasse a sua posição no que diz respeito à economia, indústria, cultura, educação e tecnologia na Península Ibérica.
A 11 de Março de 2004 a cidade sofreu uma série de atentados com mochilas bomba em quatro comboios da rede Cercanías Madrid. Os atentados foram os mais sofridos em Espanha e na União Europeia, levaram a vida a 191 pessoas e deixou mais de 1900 feridos. Três anos após esse triste episódio os reis de Espanha inauguram na praça Carlos V um monumento comemorativo dedicado às vítimas do atentado. Em 2006, Madrid foi palco de mais um atentado terrorista, desta vez no Aeroporto Madrid-Barajas; foi da autoria da ETA. Tirou a vida a duas pessoas e feriu outras 19.
 
Cultura
Eventos culturais
 
No final de Maio, princípio de Junho, organizam-se todos os anos nos Jardins do Retiro, a Feira do Livro de Madrid. Também anualmente, mas no mês de Fevereiro, é organizada na Feira de Madrid, uma exposição de Arte Contemporânea. Aí, reúnem-se diversos artistas de Espanha e de todo o mundo para apresentar ao público as suas obras.
 
 
Museus
A cidade é rica em história e arte; tem em sua posse uma triologia de museus que representa de forma bastante significativa a evolução da arte ao longo da História da Humanidade. É no Paseo del Prado que se encontra o Triângulo de Ouro da Arte; este inclui o Museu do Prado, o Museu Thyssen-Bornemisza e o Museu Rainha Sofia.
 
 Museu do Prado.
  • O Museu do Prado é um dos mais importantes museus do Mundo; a sua colecção, centrada na época anterior ao século XX, destaca à arte italiana, espanhola e flamenca. Algumas das obras mais representativas que aí se encontram são As Meninas, A forja de Vulcano, O triunfo de Baco, A maja despida, A vindima, 2 de Maio de 1808, As três Graças, O Jardim das Delícias Terrenas, Carlos V em Mühlberg, entre muitas outras. Existe também no museu um importante conjunto de esculturas clássicas greco-romanas, renacentistas e de outros períodos.
 
  • O Museu Thyssen-Bornemisza representa uma das maiores colecções privadas de arte do Mundo. As suas colecções estão organizadas por ordem cronológica, começando no Renascimento e terminando no século XX. Estão expostas no terceiro piso obras de mestres italianos, alemães e holandeses do século XVI como Jan Van Eyck, Alberto Durero e Hans Holbein. Existe ainda uma galería dedicada a Tiziano, Tintoretto, Bassano, El Greco, Bernini e Caravaggio, entre outros. O primeiro piso reúne obras do século XX, desde o cubismo e as primeiras vanguardas, até à Pop Art. Destacam-se algumas obras primas contemporâneas de Picasso, Piet Mondrian, Marc Chagall, Edward Hopper, Salvador Dalí, entre outros.
 
 
 
Fachada do Museu Rainha Sofia.
 
 
Fachada do Museu Arqueológico de Espanha.
  • O Museu Rainha Sofia é o museu nacional espanhol de arte do século XX. Conta com colecções de Pablo Picasso e Salvador Dalí. A obra mais conhecida do museu é Guernica de Picasso. Também estão expostas aí obras de Juan Gris, Joan Miró, Julio González, Eduardo Chillida, Pablo Palazuelo, Antoni Tàpies, Pablo Gargallo, Lucio Muñoz, Luis Gordillo, Jorge Oteiza, Ouka Lele e José Luis Gutiérrez Solana, entre outros. Tem também uma biblioteca de acesso livre especializada em arte (tem mais de 100.000 livros, 3.500 gravações audio e 1.000 vídeos).
Outros centros relevantes são: O Real Academia de Belas-Artes de São Fernando, o Museu Arqueológico de Espanha e o Museu da América: dedicado à arte do continente americano, centrando-se na América pré-colombiana, a etnografía e a arte colonial.
 
Pontos turísticos
Madrid foi em 2006 a quarta cidade europeia mais visitada, e a primeira em Espanha. Nesse ano, acolheu quase sete milhões de turistas. A cidade é rica em arte e história, albergando alguns dos museus mais importantes do mundo. Mas não só de arte vive a capital espanhola: o Palácio Real de Madrid, o Parque do Bom Retiro, a Catedral de Almudena, a Plaza de España e a Puerta del Sol são locais de elevado interesse turístico e histórico que todos os dias são visitados por centenas de pessoas. Outras dessas atracções são:
 
 
Ø      Plaza Mayor
 
Plaza Mayor
 
A Plaza Mayor é um dos locais mais emblemáticos de cidade de Madrid. Situada no centro comercial da cidade, é uma praça fortificada de planta rectangular completamente rodeada por edifícios. Existem ao todo nove entradas para a praça.
Foi construída durante o período Austríaco. A construção começou só em 1617 durante o reinado de Filipe III. A obra foi deixada ao cargo de Juan Gómez de Mora e foi terminada dois anos mais tarde. Hoje em dia diz-se ser um projecto de Juan de Villanueva, depois de ter reconstruído a praça em 1790 após um grande incêndio. A Plaza Mayor foi cenário de vários eventos tais como: feiras, touradas e autos de fé. A estátua que se encontra no meio da praça é de Filipe III e data do ano de 1616.
 
Plaza de Colón
 
Plaza de Colón.
 
A Plaza de Colón em homenagem ao maior navegador ao serviço de Espanha de todos os tempos, Cristóvão Colombo. A praça comemora a era dourada de Espanha (séc. XVI - séc. XVII). Nesse local estão edificados o Centro Cultural de Madrid e um monumento a Colombo em estilo neogótico, erguido entre 1881 e 1885. No topo do pilar está uma estátua de três metros de altura do navegador, esculpida em mármore branco por Jerónimo Suñol. O monumento tem uma altura total de 17 metros.
 
 
 
 
Paseo de la Castellana
 
Paseo de la Castellana
 
O Paseo de la Castellana é uma das principais e mais largas avenidas de Madrid; tem actualmente seis faixas de rodagem centrais e mais quatro laterais. Percorre a cidade desde a Plaza de Colón, e segue para norte. O seu caminho corresponde a curso de um antigo rio que por aí passava. É também ao longo do Paseo de la Castellana que se erguem os muitos edifícios do complexo financeiro AZCA, o mais importante da cidade, e também, o recente complexo Cuatro Torres Business Area.
 
Gran Vía
 
A Gran Vía.
 
A Gran Vía é uma das principais ruas da cidade. Começa na calle de Alcalá e termina na Plaza de España. É uma importante área comercial, turística e de lazer, com os seus muitos cinemas, apesar de alguns terem fechado para dar lugar a teatros para musicais, pelo que o troço da Gran Vía, compreendido entre a Plaza del Callao e a Plaza de España, seja conhecido como a "Broadway madrilena".
 
Las Ventas
Las Ventas é a maior praça de touros em Espanha, e a segunda a nível mundial, depois da Praça de touros México. Las Ventas foi inaugurada a 17 de Junho de 1931, com o nome de Plaza de Las Ventas del Espíritu Santo, por ser o nome da zona nessa época. Começou a funcionar em pleno no ano de 1934.

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publicado por voltaaomundoem12dias às 19:39
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Sexta-feira, 5 de Março de 2010
24 horas em...

... Nova Iorque

 



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Hoje vamos viajar até...

 ... Nova Iorque

Nova Iorque é a cidade com mais população dos Estados Unidos e o centro da área metropolitana de Nova York, que está entre as áreas urbanas mais populosas do mundo. Nova Iorque exerce uma poderosa influência sobre o comércio mundial, finanças, cultura, moda e entretenimento. Nesta cidade situa-se a sede da Organização das Nações Unidas que é também um importante centro de negócios internacionais. A cidade é muitas vezes referida como New York City, para diferenciá-la do estado de Nova York, do qual faz parte.

Localizada num grande porto natural na costa atlântica do Nordeste dos Estados Unidos, a cidade é composta por cinco distritos: Bronx, Brooklyn, Manhattan, Queens e Staten Island. Com uma população estimada em 2007 com mais de 8,3 milhões de pessoas. Nova Iorque é a cidade mais densamente povoada dos Estados Unidos. A população da região metropolitana de Nova York é também a maior do país, estimada em 18,8 milhões de pessoas em 17.400 km². Além disso, a Área Estatística Combinada com a Grande Nova York possuía 22,155 milhões de habitantes em 2008, segundo estimativas do Censo, sendo também a maior nos Estados Unidos.

Nova York foi fundada como um posto de troca comercial pelos Holandeses em 1624. O local foi chamado de Nova Amesterdão até 1664, quando ficou sob o controlo dos Ingleses. Nova York foi a capital dos Estados Unidos de 1785 até 1790 e é a maior cidade do país desde 1790.

Muitos distritos e pontos turísticos da cidade tornaram-se conhecidos mundialmente. A Estátua da Liberdade recebeu milhões de imigrantes que vieram para o país no final do século XIX e início do século XX. Wall Street, em Manhattan, é um dominante centro financeiro global desde a Segunda Guerra Mundial e é o lar da Bolsa de Valores de Nova York. A cidade também é o lar de alguns dos arranha-céus mais altos do mundo, incluindo o Empire State Building e as extintas torres gémeas do World Trade Center.

A cidade é o berço de muitos movimentos culturais, incluindo o Renascimento de Harlem na literatura e nas artes visuais; o expressionismo abstracto na pintura; o hip hop, o punk, a salsa, disco e Tin Pan Alley na música; e é a casa do Teatro Broadway.

Nova York é notável entre as cidades dos Estados Unidos na sua elevada utilização de transporte de massa, cuja maioria funciona 24 horas por dia, e pela densidade populacional e diversidade de seus habitantes. Em 2005, cerca de 170 idiomas eram falados na cidade e 36% de sua população tinha nascido fora dos Estados Unidos. A cidade é muitas vezes referida como "a cidade que nunca dorme", enquanto outros apelidos incluem o "Capital do Mundo", "Gotham"e "Big Apple".

 
 
 
Parques
 

O Central Park em Manhattan.

Nova Iorque possui inúmeras áreas verdes espalhadas. O parque mais famoso é o Central Park, localizado no centro de Manhattan e é um dos pontos de interesse mais conhecidos de Nova Iorque. O Central Park é na verdade composto por mais de cem parques menores. O Central Park possui inúmeros campos de desportos, jardins, um lago, playgrounds e muita área verde disponível, além de um shopping center, um zoológico e um zoológico infantil.

Outros parques famosos são o Madison Square Garden, Riverside Park, Battery Park, Prospect Park, Flushing Meadow-Corona Park, e Forest Park. O litoral que cerca Nova Iorque possui 924 quilómetros de extensão, possuindo 22,4 quilómetros de praias.

 

Cultura

Nova Iorque é um dos maiores centros culturais do mundo. Possui muitas galerias de artes, drama e dança, sociedades musicais e literárias, bem como outras organizações culturais. Vários dos mais reconhecidos centros de concertos, museus, e teatros estão localizados na cidade.

 

Arquitetura

Flatiron Building
 

Nova Iorque é conhecida mundialmente pelos seus arranha-céus e edifícios espalhados por toda cidade estando a maioria deles localizados em Manhattan. Muitos destes altos edifícios são famosos por todo o mundo. O Flatiron Building, com seus 22 andares, foi um dos primeiros a serem inaugurados em Nova Iorque, em 1902.

Na década de 1930, muitos arranha-céus foram construídos.. O Empire State Building, com 102 andares, um dos principais cartões postais da cidade, foi finalizado em 1931, e é actualmente o prédio mais alto.

Em 1973, as torres gémeas ocuparam o posto de prédios mais altos, com seus 110 andares e 410 metros de altura, até 2001, quando foram destruídas nos ataques terroristas do 11 de Setembro.

 

 

 

 

A Estátua da Liberdade.

A arquitectura da cidade de Nova Iorque não se destaca apenas pelos seus altos edifícios. A Estátua da Liberdade, montada em 1884, em França, desmontada e transportada em navios, para ser finalmente montada em Nova Iorque, e inaugurada em 1886. Esta estátua era a primeira vista dos muitos imigrantes que chegavam até a década de 1970.

Muitas igrejas são famosas pelo estilo gótico de arquitectura. Entre elas, a Catedral Episcopal de São João, o Divino, a Igreja Católica de São Patrício e a Igreja Riverside.

 

Artes

Times Square

Nova Iorque é berço de muitos dos estilos artísticos (especialmente na área de literatura, drama e música) que depois se espalham para o resto dos Estados Unidos. Uma das formas de arte mais populares é o teatro. A maioria das melhores e mais conhecidas peças americanas foram criadas e/ou estrearam na cidade.

Organizações musicais de renome internacional incluem a Orquestra Filarmônica de Nova Iorque, uma das mais reconhecidas orquestras do mundo, e a Metropolitan Opera Association, uma companhia de ópera. Muitos concertos liderados por artistas conhecidos internacionalmente são feitos no Carnegie Hall, localizado perto do Central Park.

 

 
 
 
 
Museus

O Metropolitan Museum of Art, um dos maiores museus do mundo.

Nova Iorque possui muitos tipos de museus. O Metropolitan Museum of Art é o maior museu dos Estados Unidos, possuindo mais de dois milhões de obras de arte, que representam as culturas dos últimos cinco milénios. Mesmo ocupando quatro quarteirões inteiros, o museu tem espaço suficiente para mostrar apenas uma pequena parcela das suas obras de arte por vez.

Muitos museus especializaram-se em obras de arte modernas, como o Museum of Modern Art. em Manhattan, e o Guggenheim Museum. O Frick Collection possui coleções de pinturas que datam do século XIV até o século XIX. O American Museum of Natural History é o maior museu de história natural do mundo.

 

Cultura

A sede da ONU.

Nova Iorque é denominada como a  cidade que nunca dorme, por ser altamente activa. Na linguagem americana, "num minuto nova-iorquino" (In a New York minute) significa "imediatamente". Os residentes da região metropolitana geralmente referem-se a Nova Iorque através de expressões como The City ("A Cidade"), e do acrónimo NYC (uma abreviação de New York City).

Nova Iorque possui muitos cognomes. O mais famoso deles é "A Grande Maçã" (The Big Apple), expressão mundialmente conhecida. Outros apelidos incluem Gotham, the Naked City ("A Cidade Nua") e The capital of the world ("A capital do mundo").

Nova Iorque é a cidade mais multicultural dos Estados Unidos, e uma das mais diversificadas etnicamente no mundo. É actualmente a segunda maior porta de entrada de imigrantes do país, superada apenas por Los Angeles.

Por causa dos grandes congestionamentos, especialmente em Manhattan, e de um excelente sistema de transporte público (especialmente o seu sistema de metro), seis de cada dez pessoas usam ou transporte público ou vão a pé para o trabalho, sensivelmente diferente daquela existente em outras grandes cidades americanas (destaque para Los Angeles), onde é a "cultura do carro" que predomina. Por curiosidade, mais de 65% da população não possuem carros. Mesmo o actual prefeito, Michael Bloomberg, um bilionário, usa transportes públicos todo dia como meio de locomoção.

Manhattan vista do Millennium UN Plaza Hotel de manhã.

 


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Sexta-feira, 26 de Fevereiro de 2010
24 horas em ...

... Londres

 


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Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010
Postais de viagem.

 

 

 

 

 

 

 


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publicado por voltaaomundoem12dias às 18:22
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Hoje vamos viajar até...

...Londres, a capital do Reino Unido, localiza-se na Grã-Bretanha, mais precisamente em Inglaterra, na região do Sudeste. A sua população é de 7 465 100 habitantes. A sua área metropolitana é constituída por 32 distritos, formando uma grande metrópole de 1579 km2. O natural ou habitante de Londres denomina-se londrino.

 
Monumentos:
 
          Londres é a capital do Reino Unido. Muitos dos seus antigos edifícios são importantes por razões históricas e culturais. O mapa mostra onde se situam alguns dos mais famosos.
 
 
 - Londres foi fundada pelos Romanos no século I, quanto estes ocuparam a praça celta de Londinium e transformaram a cidade num porto de embarque de minerais e cereais, que levou ao desenvolvimento de uma região agrícola e industrial próspera. A construção da ponte sobre o rio Tamisa, no ano 50 d. C., tornou-a um importante centro de comunicações, comercial e administrativo. No século II foi muralhada e mesmo com a queda do Império Romano a cidade manteve a mesma actividade económica até ao século IX, quando foi arrasada pelos Vikings. Só no reinado de Eduardo, iniciado em 1042, a cidade conseguiu estabilidade e autonomia política. Em 1348 foi assolada pela peste negra, que vitimou quase metade da população, voltando a florescer económica e culturalmente no reinado de Isabel II, com a partida das embarcações para a América e Índia em busca de riquezas. Foi nesta altura que surgiram na cidade de Londres pessoas como o dramaturgo William Shakespeare.
 
· O Reino Unido registava, em 2006, uma população de 60 609 153 habitantes. A esperança média de vida é de 78,54 anos. Aqui podemos encontrar, em termos étnicos: indianos, paquistaneses, negros e brancos; em termos de religião a mais representativa é o anglicanismo, seguindo-se-lhe o catolicismo. Na capital do Reino Unido podemos ainda encontrar islamitas e presbiteranos. A língua oficial é o inglês
 
 
História de Londres
A melhor opção para as deslocações em Londres é o transporte público: metro, autocarro, táxi e a rede ferroviária, no caso das deslocações serem para locais mais distantes. É da estação de Victoria que partem os comboios para os portos do canal da Mancha. As ligações são rápidas e cómodas. Existem vários aeroportos, todos eles ligados ao centro pelo metro e por autocarro.
Com o cessar do conflito da II Guerra Mundial, a reconstrução fez-se lentamente e em 1950 a maior parte da cidade havia já sido recuperada, conservando-se cuidadosamente os edifícios mais significativos, como muitas das antigas igrejas, e construindo novos, como é o caso do edifício mais alto da Grã-Bretanha, o Canary Warf Tower, de 224 m de altura.
A Catedral de Saint Paul é um dos símbolos da cidade de Londres e está localizada no extremo ocidental da cidade. Esta possui um museu que reúne as jóias da Coroa, uma colecção de armas e de armaduras. É um dos templos utilizados nas celebrações solenes da casa real e onde se encontra o túmulo do duque de Wellington.
A Torre de Londres corresponde a uma fortaleza normanda construída no século XI e possui seis torres e dois portões, situando-se a sudeste. A Abadia de Westminster é a igreja mais famosa de Inglaterra e está construída em estilo gótico. Outros monumentos emblemáticos da cidade londrina são o Palácio de Westminster, que é o edifício do Parlamento; o Saint James Palace, residência oficial do Príncipe de Gales, e o Palácio de Buckingham, residência da rainha em Londres.
 
 
As visitas turísticas de Londres
Os teatros e áreas comerciais mais conhecidos localizam-se em West End, no centro de Londres. O Teatro Nacional e a Royal Opera House estão em Covent Garden. O coração administrativo e centros governamentais encontram-se na curva do rio Tamisa rumo ao sul. Também aqui se localiza o Hyde Park - o pulmão de Londres, que é o maior espaço aberto da cidade e que nos leva às áreas residenciais de luxo, onde se localizam os famosos armazéns Harrods e o Royal Albert Hall. De grande interesse histórico, estão, também os distritos residenciais de Greenwich e Wimbledon. O jardim zoológico está integrado no Regent´s Park, situado a norte de West End.
O Museu Britânico localiza-se em Bloomsbury e é um dos maiores e mais famosos do mundo, reunindo colecções egípcias, clássicas, saxónicas e de épocas mais recentes. Neste museu encontra-se situada a Biblioteca Britânica. O Museu Victoria e Alberto, em South Kensington, está dedicado a objectos de artesanato e decorativos de todo o Mundo. Na mesma zona situam-se os museus de História Natural, de Geologia e o da Ciência. Na City fica o Museu de Londres, que faz a retrospectiva histórica da cidade.

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Sexta-feira, 22 de Janeiro de 2010
Apresentação.

Olá! Somos 5 jovens de uma escola da Guarda, e neste 2ºPeríodo decidimos elaborar um trabalho sobre os principais pontos de referência no mundo.

O título deste trabalho surgiu a partir do número de sessões que teremos este período: 12; e uma vez que tentaremos fazer uma "volta ao mundo", conhecendo as principais cidades, e os monumentos que nos remetem a elas, surgiu-nos o título que deu nome ao nosso trabalho e blog: Volta ao mundo em 12 dias.

 

Neste blog iremos viajar pelo mundo; fazendo roteiros turísticos, referindo os principais monumentos e atracções de cada ciadade, e no fim de cada um pretendemos fazer questionários para a consolidação de conhecimentos.

 

Esperemos que gostem !



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